Gustavo, um jovem de 30 anos, recebeu o diagnóstico de hepatite C em um exame de rotina há cerca de 5 anos. Na época, não deu seguimento ao tratamento, evoluindo com cirrose hepática. Ele procurou uma UPA de sua região devido à febre, cefaleia e dor abdominal mal localizada, sendo admitido na unidade. Ao exame, apresentava ascite volumosa e edema de membros inferiores, mas sem sinais de instabilidade hemodinâmica. Foi coletado líquido ascítico por paracentese, que revelou 300 cels/mm³, sendo estas polimorfonucleadas. A conduta adequada diante desse caso é