Um médico de família dedica uma hora diária à leitura de periódicos científicos de alto impacto, porém o faz de maneira assistemática, sem que a leitura seja motivada por uma dúvida clínica real surgida na prática. Ao adotar esse hábito de atualização sem uma pergunta estruturada, o profissional fica vulnerável ao viés de disponibilidade. No contexto do raciocínio clínico, esse viés se caracteriza por: