Uma menina previamente hígida de 10 anos de idade foi levada ao atendimento na emergência em razão de dor ao mastigar há cinco dias, com aparecimento de pequeno edema ao redor da mandíbula direita há um dia. Não há história de febre, sinais de infecção de vias aéreas superiores ou outras queixas. Seu exame revelou temperatura de 37,9 °C, edema, dor e calor na mandíbula posterior direita, sem sinais de flutuação ou de outras alterações na pele. Apresentava linfadenopatia cervical posterior bilateral, hiperemia na orofaringe posterior, sem placas ou pontos purulentos, e acentuado edema e dor na gengiva ao redor dos molares posteriores da mandíbula direita. A conduta imediata para o caso é