Mulher de 68 anos procura atendimento por apresentar prurido intenso na região vulvar há aproximadamente dois anos. Relata que inicialmente a coceira era esporádica, porém tornou-se diária e mais intensa nos últimos seis meses, especialmente à noite. Refere sensação de ardência local e desconforto durante a higiene íntima. Nega corrimento vaginal, febre ou sangramento vaginal. Menopausa aos 50 anos sem TH, vida sexual ausente, nulípara. Nega patologias, uso de medicações ou cirurgias. Mamografia e Citopatológico há 6 meses sem alterações. No exame da vulva, observam-se áreas esbranquiçadas (placas branco-porcelana) envolvendo grandes e pequenos lábios, pele atrófica e adelgaçada, apagamento parcial dos pequenos lábios, discreto estreitamento do introito vaginal, escoriações secundárias ao prurido, não há linfonodos inguinais palpáveis. Qual o diagnóstico mais provável da doença vulvar?