Adolescente 12 anos encaminhada da ESF para o ambulatório de pediatria do Hospital Universitário de Vassouras com quadro de cefaleia de caráter progressivo nas últimas quatro semanas acompanhada de obscurecimento visual transitório e diplopia. Nega episódios de vômitos, despertar noturno pela cefaleia, diminuição de força e/ou tônus muscular ou alteração da marcha. Apresenta ao exame físico obesidade do tipo central, acantose nigricans e índice de massa corporal acima do escore +3.
Diante do quadro, qual a principal hipótese diagnóstica?